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A mágica do papel

“Uma empresa canadense chamada Molo fez uma das coisas de que mais gostei na feira”, contou entusiasmado o arquiteto Gustavo Calazans, direto da Maison Objet em Paris. “É  uma espécie de plissado de papel que se abre e fecha formando paredes, bancos, mesas e luminárias. Achei o máximo”.

E espere até saber que a Molo, sediada em Vancouver, já existe desde 1982. Mas, convenhamos, o Softwall é mesmo sensacional. São paineis feitos com uma mistura de papel e tecido que, fechados, ficam com apenas 4,5 cm de largura. Bastam duas pessoas para esticá-lo conseguindo, em 2 segundos, uma parede de 4,5m de largura e 3m de altura – sem precisar que qualquer apoio.

A estrutura é autossustentável e pode ser interconectada para formar, por exemplo, um espaço de convenções temporário, reto ou cheio de sinuosidades.

Os nomes à frente da Molo – Stephani Forsythe e Todd MacAllen –  já devem estar acostumados aos prêmios internacionais que vêm acumulando a cada ano. Mas nesta edição da Maison et Objet, certamente não foi só para o atentíssimo Gustavo Calazans que sua invenção causou tamanho impacto.

 

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